domingo, 27 de setembro de 2020

O Nascimento de Vênus

La Nascita di Venere - Cintia Lais

Se não me engano, a primeira vez que vi esse quadro foi no saudoso Castelo Rá-tim-bum. O programa infantil costumava contar com a presença de algumas obras clássicas em uma de suas paredes. Também foi lá que vi Noite Estrelada (do Van Gogh) pela primeira vez.

Tive a oportunidade de ver La Nascita di Venus na Galleria degli Uffizi em 2013 e 2015. Da última vez, registrei os turistas que fotografavam a obra.

La Nascita di Venere - Galleria degli Uffizi (2015)

La Nascita di Venere - Sandro Botticelli

Seguem alguns outros registros do processo de produção da ilustração:




quinta-feira, 5 de outubro de 2017

terça-feira, 28 de março de 2017

O Cais

E o caos dará lugar a um cais onde todos os barcos se encontrarão. O meu e o seu.
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E il caos darà luogo ad una banchina dove tutte le barche si incontreranno. La mia e la tua.
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And the chaos will give place to a quay where all the boats will meet. Mine and yours.


sábado, 25 de março de 2017

"Nonada"

Ah, mas eu gosto mesmo é das ausências. Do mundo que não há de ser. Onde nem Deus não manda e eu tenho meu reino particular. Atravesso as coisas e nelas não me firmo. Me firmo nas ideias imateriais.

Seus braços me faltam. Os abraços, os laços, percalços. Há de vir o dia em que o mundo será um funil. É já tarde. As noites. Nada não foi e cabe ali a vida toda. Eternidades.

Vento no descampado dura uns minutos. Depois corre girando até o fim do mundo.
A árvore jamais esquece. Vento terremoto. As folhas.

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Ah, ma mi piacciono veramente le assenze. Il mondo che non dovrà mai essere. Dove né Dio non manda ed io ho il mio regno privato. Attraverso le cose e nelle non mi fermo. Mi fermo soltanto nelle idee immateriali.

Le tue braccia mi mancano. Gli abbracci, i lacci, gli ostacoli. Verrà il giorno in cui il mondo sarà un imbuto. È già tardi. Le sere. Niente è stato e si può mettere lì tutta la vita. Le eternità.

Il vento nella campagna dura qualche minuto. Poi corre in giro fino alla fine del mondo.
L'albero non si dimentica mai. Vento terremoto. Le foglie.

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Ah, but I really like the absences. The world that never should be. Where not even God commands and I have my own private kingdom. I pass through the things and I do not stand. I stand only in immaterial ideas.

I miss your arms. The embraces, the laces, the hindrances. The day will come when the world will be a funnel. It's already late. The nights. Nothing was and you can put there an entire life. Eternities.

The wind lasts in the open field just for a few minutes. Then it runs to the end of the world.
The tree never forgets. Earthquake wind. The leaves.